Resistências comuns ao início da psicoterapia
- Luis Fernando

- 25 de mar. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 9 de jun. de 2025

Apesar dos benefícios da psicoterapia, muitas pessoas ainda enfrentam resistências, internas e externas, que dificultam o início dessa jornada de autodescoberta.
Algumas das resistências
O estigma social é uma das principais barreiras. O preconceito relacionado à saúde mental e a ideia de que buscar ajuda signifique ser “louco” ou “desequilibrado” afastam muitos do apoio profissional.
Entre as resistências, está também o desconforto com a vulnerabilidade. Expor sentimentos a um estranho pode parecer assustador, mas os terapeutas são capacitados para oferecer um ambiente seguro e sem julgamentos.
O medo do desconhecido é outra barreira: a incerteza sobre o que ocorre em uma sessão pode gerar ansiedade. Conhecer mais sobre o processo terapêutico pode diminuir essa insegurança e encorajar o primeiro passo.
Além disso, alguns duvidam da eficácia da terapia, especialmente se experiências anteriores não trouxeram os resultados desejados, gerando desconfiança quanto aos benefícios.
Superando resistências
Superar essas barreiras é fundamental para que a terapia aconteça.
Buscar informações sobre psicoterapia e seus métodos ajuda a esclarecer dúvidas. Vídeos explicativos também podem auxiliar a desfazer mitos.

Dar pequenos passos, como experimentar uma sessão antes de decidir por um processo mais longo, pode tornar a experiência menos intimidadora.
Refletir sobre os motivos das próprias resistências — sejam medos internos ou preconceitos externos — é importante para vencê-los..
Compartilhar essa intenção com pessoas de confiança também contribui, pois elas podem oferecer suporte e incentivo para você iniciar esse processo tão importante.


