O Stress silencioso: vilão invisível do nosso tempo
- Luis Fernando

- 12 de mai.
- 1 min de leitura
Atualizado: 9 de jun.

O estresse parece ter se tornado parte da paisagem cotidiana atualmente, mas nem sempre percebemos seus sinais. O chamado “stress silencioso” é aquele que, de tão presente, passa despercebido: ele se instala nas pequenas preocupações diárias, nas cobranças internas e nas demandas sociais que vão se somando aos poucos.
Diferente das crises agudas, o stress silencioso surge de forma sutil,
um cansaço que não passa, aquela insônia recorrente, a irritabilidade e intolerância constante, os lapsos de memória e até mesmo as dores físicas sem causa aparente.
As consequências são significativas: prejuízo na qualidade de vida, diminuição da criatividade, distanciamento nos relacionamentos e vulnerabilidade a doenças físicas e emocionais.
Mas o que causa tudo isso?
Normalmente, tudo isso vem do acúmulo de expectativas (nossas e dos outros), da dificuldade em dizer “não”, da pressa e da constante comparação com padrões inalcançáveis. E com o tempo, acabamos vivemos no “modo automático”, desconectados das nossas verdadeiras necessidades.
A Gestalt-terapia propõe um caminho de reconexão consigo mesmo,
favorecendo a atenção plena ao momento presente e a autenticidade com as nossas emoções. Ela convida para a autorresponsabilidade, acolhendo os sentimentos sem julgamentos e ajudando a perceber os limites do corpo e da mente. Práticas como pausas conscientes durante o dia, expressão dos sentimentos e escuta do próprio corpo são essenciais.

Cuidar de si não precisa ser solitário.
A psicoterapia é um espaço seguro para olhar para essas questões, ressignificar experiências e encontrar estratégias mais saudáveis de viver.
Se você se identifica, dê esse passo: permitir-se receber apoio. Esse é um grande ato de coragem e autocuidado.
